Uma pessoa entrega hoje o que exigia uma casa inteira, com equipe, maquinário e prazo contado em semanas. A máquina foi treinada em todo mundo, então o padrão dela é a média de todo mundo. Ela devolve exatamente o que você soube formular.
O raro deixou de ser a mão: virou o critério. E critério se afia em cima do trabalho dos outros, na peça de quem senta ao lado. É por isso que escola de arte funciona há quinhentos anos, e é por isso que a ordem é uma mesa, e não um catálogo de aulas.
Tem uma segunda coisa, que quase ninguém diz em voz alta: sozinho ninguém constrói autoridade. Uma casa apontando pra si mesma é propaganda. Vinte apontando umas pras outras são um campo.
Se a máquina faz igual, não é o seu trabalho.